Livro jQuery - A Biblioteca do Programador Javascript
A primeira impressão que tive do novo livro do Maujor foi que era muito básico. Mas mesmo assim continuei lendo e comecei a repensar minha opinião.

A Editora Novatec me mandou um exemplar do livro jQuery - A Biblioteca do Pramador da Javascript, escrito pelo Maurício Samy Silva, o já conhecido Maujor; e fiquei de fazer uma resenha do livro aqui no blog. O Maujor não precisa de apresentação, foi com o site dele que dei os primeiros passos nos padrões web e agora vem com o lançamento do primeiro livro sobre jQuery no Brasil.
O livro é muito didático, muito bem escrito e fácil de acompanhar. Explica desde conceitos básicos, do pra que serve a função $() e como funcionam as expressões até efeitos avançados e plugins.
Apenas senti falta de um capítulo sobre AJAX. Sei que isso não faz parte do escopo do livro, é até mencionado nos primeiros capítulos essa falta, mas acredito que vai ficar faltando algo quando alguém tiver o primeiro contato com jQuery através do livro.
Comecei a ler o livro de ponta a ponta mas, já que trabalho com a jQuery diariamente há mais de 2 anos, uma sensação de Dejavu me acompanhava enquanto seguia no livro e resolvi mudar minha abordagem, utilizando o livro mais como um guia de referência. O que melhorou muito meu aproveitamento. Hoje o livro está na minha mesa de trabalho e aposentei as APIs!
Portanto recomendo o livro tanto para quem apenas ouviu falar dessa tal de jQuery, quanto para quem já é expert no assunto. Vá lá no site conferir.
Utilizando ferramentas e não muletas
Você já se viu sem martelo quando precisava pregar algo? E teve que usar uma chave de fenda ao contrário pra fazer isso? Funciona, mas é mais demorado e não é tão simples quanto usar o martelo.
Digo isso, pois freqüentemente nas listas que participo acontecem discussões inflamadas sobre usar ou não usar algo, como IDEs, frameworks, etc. Claro que por um lado isso é bom, pois toda unanimidade é burra, porém essa discussão sempre acaba no “usa o teu e te ferra que eu uso o meu e fico na boa”. E a outra pessoa responde a mesma coisa.
O problema é que hoje temos que ser agis e ao mesmo tempo fazer um serviço de qualidade. E isso as vezes parece não ser levado em contra por aqueles que querem usar as ferramentas mais simples. E aí se encaixa a história do martelo lá de cima.
Você pode programar um site grande usando o Vi, mas renderá mais usando uma IDE que te auxilie.
Mas aí entra o grande detalhe: Você tem que saber se virar sem a IDE, pois um belo dia o site pode estar fora do ar e você não poder usar sua magnífica IDE para resolver o problema. E nessa hora você tem que se virar com o que tem. Nem que seja com notepad.
Outro exemplo é javascript, existem várias bibliotecas que facilitam a vida, mas na hora que algo tem que ser feito sem ela, você tem que saber usar javascript “nativo”.
O importante é que as ferramentas nos ajudem a fazer o serviço bem feito e rápido. E não que sirvam como muletas, e que sem elas não consigamos sair do lugar.
Crédito da Foto: Daquela manera
