Twitter é Microblogging?
Eu tava olhando o Twitter, me parece um subversion da vida. Mas não gostei…
UPDATE: Ok, me rendo. http://twitter.com/felipediesel
Eu tava olhando o Twitter, me parece um subversion da vida. Mas não gostei…
UPDATE: Ok, me rendo. http://twitter.com/felipediesel
Hoje é feriado aqui no Rio Grande do Sul, dia da Revolução Farropilha.
Isso me fez pensar sobre ser brasileiro e ser gaúcho hoje. É uma coisa estranha e que ninguém no resto do país entende, mas também não entendem chimarrão e tantas outras coisas daqui. A maioria dos gaúchos se sente muito mais gaúcho do que brasileiro. Para mim isso tem um grande motivo.
Qual o personagem símbolo do brasileiro? Qual a primeira coisa que vem a cabeça? A mim lembra o “malandro carioca” (não estou dizendo que todos cariocas sejam malandros), aquele que leva o tão erroneamente vangloriado “jeitinho brasileiro” como modelo de vida.
Verdadeiramente, nós brasileiros não temos uma unidade, algo que nos una. Isso só acontece em época de Copa do Mundo!
Em contrapartida o Rio Grande do Sul, tem a imagem do gaúcho, o que nos leva as origens.
Mesmo eu sendo descendente de alemães, não tendo nenhum traço de sangue negro ou índio, sinto orgulho disso. Não que não sinta orgulho de ser brasileiro, mas essa coisa de ser gaúcho faz com que sejamos unidos.
Mas isso é uma coisa muito difícil de explicar. E como querer ensinar alguém a gostar de chimarrão, ou tu tomas desde piá, ou tu nunca vais conseguir tomar.
Ontem fiz uma coisa que não aconselho a ninguém: colocar o notebook sobre o capô do carro.
Eu estava indo na casa do meu pai dar um abraço nele e instalar ADSL e levei meu laptop junto. Eu estava carregando um monte de coisas e coloquei sobre o carro, arrumei o Deni, larguei o resto das coisas no banco de trás, entrei e arranquei.
Ando duas quadras, olho pra trás e o Deni ainda tava sem cinto, encostei o carro, xinguei ele e aparece um cara fazendo sinal pra mim. QUE GELO. O laptop ficou em cima do carro!
Graças a deus a borracha seguro ele sobre o carro por duas quadras. E olha que não sai andando “como um santo”!
Então fica a dica: O Positivo V41 é muito bom pra deixar sobre o capô do carro, pois não cai!
Dia 06/07/2007 na lista Webstandards-br foi questionado como o gmail fazia, para que sem o input file, fosse enviado arquivo. Porém isso só acontecia no IE, no Firefox era um input normal.O pessoal deu uma olhada no código e concluiu que no IE funcionava algo como:
document.getElementById('InputFile').click();
Porém no Firefox isso não funciona. Não querendo entrar no mérito de qual navegador está certo, pensei em um modo de driblar isso e o resultando acabou resultando neste artigo.
Minha idéia para contornar isso é utilizar um input que fique transparente e colocar uma imagem no fundo do elemento onde esse input está! Veja que não podemos esconder o input, pois ele precisa ser clicado, mas sem que o usuário perceba. Então vamos ao HTML básico:
<form method="post" enctype="multipart/form-data" id="UploadForm">
<p id="uploadButton"> <input id="inputFile" name="inputFile" size="1" type="file" /></p>
</form>
Temos um div chamado uploadButton, que conterá a imagem de fundo e o input que fará a coisa acontecer.
Adicionamos um pouco de CSS:
#inputFile {
float: right;
opacity: 0;
filter: alpha(opacity=0);
}
#uploadButton {
width:88px;
height:20px;
background:url("adicionar.jpg") no-repeat;
float:left;
margin: 0 20px 0 0;
}
#files {
clear:both;
}
Veja que no #inputFile definimos opacity, para funciona no Firefox e um filter para ficar transparente no IE. O #files veremos pra que serve daqui a pouco.
Utilizei a jQuery por pura comodidade, mas poderia facilmente ser feito na mão. Na verdade para enviar um arquivo precisariamos do javascript apenas para exibir o nome do arquivo em algum lugar. Mas como queremos fazer o upload de vários arquivos:
var InputCount=1;
$(function() {
$("#UploadForm").append("<ul id='files'></ul>");
$("#inputFile").change( function() { newFile(); } );
});
function newFile() {
$("#files").append("<li>" + $("#inputFile").val() + "</li>");
$("#inputFile").hide();
$("#inputFile").clone().appendTo("#uploadButton");
$("#inputFile").attr("id", "inputFile" + InputCount);
$("#inputFile" + InputCount).attr("name", "inputFile" + InputCount);
InputCount++;
$("#inputFile").change( function() { newFile(); } );
$("#inputFile").val("");
$("#inputFile").show();
}
Para ver tudo funcionando acesse o exemplo. Para finalizar ainda seria necessário adicionar um botão de submit e tratar o retorno no servidor. Porém isso não será tratado aqui!
Após escrever todo o exemplo e o artigo, resolvi testar no IE6 (o que devia ter sido feito antes) e percebi que não funcionava o filtro da opacidade, apesar de tudo dar certo no IE 5 e no IE 7. Estou com o tempo curto e se você descobrir como resolver, poste um comentário.
O RSS não é uma tecnologia tão nova, mas sua utilização ainda não é difundida entre as pessoas normais, em parte isso é culpa dos desenvolvedores.
Hoje, ao olhar a previsão do tempo no Tempo Agora, percebi que havia um item no menu chamada Conteúdo RSS, mas esse item levava até uma área do site onde você poderia selecionar o feed e configurá-lo.
Onde fica a integreção? Já fiz a pesquisa pra ver o tempo aqui em Teutônia, agora teria que fazê-la novamente? Seria muito mais fácil ter um botão na tela da cidade. Pois é muito mais lógico, eu pesquisar primeiro e depois assinar o feed.
Não estou tirando o Tempo Agora pra cristo, mas, com excessão dos blogs, isso é regra na internet. RSS é só outra forma de ver o mesmo conteúdo, portanto deve ser facilitado o acesso.
Sempre tive problemas com charsets, principalmente quando faço backup de um banco e depois quero restaurar. Pois descobri como evitar esse erro.
Abra o sql gerado no backup e adicione na primeira linha:
set names utf8;
Salve e mande importar que tudo irá dar certo. O que esse comando faz é dizer ao MySQL qual o charset que será usado para enviar o SQL.
Update:
Como tive que trabalhar com um arquivo sql muito grande, descobri que se pode fazer via shell no mysql da seguinte maneira:
use banco_de_dados;
set names utf8;
source /arquivo/local/com/o/dump.sql
/Update
Se não funcionar pra você e/ou descobrir outro método, por favor, deixe um comentário.
Sabe quando você fica naquela sensação de que isso não parece novidade, mas por mais que você procure não encontra referência sobre isso?
Pois é, isso me aconteceu hoje, quando fui procurar algo no Google e aparecer miniaturas de videos do YouTube. Fiquei com a sensação de que isso já existia.
Eu achei muito boa a união, a busca do google está cada vez mais completa! (E isso também me assusta).
Minha mãe me liga:
Lipe, o meu mouse não tá funcionando de novo! O que eu faço?
É USB? O engate é chato?
Sim.
Então troca de Porta.
Ein!?
Como com a chegada da informática as palavras ganham novos significados. Porta, Janela, varrer…
Quando migrei para o Linux não encontrava um player a altura do iTunes, da Apple. Até hoje não encontrei o tocador definitivo, mas estava bem feliz com o Banshee, até que aconteceram alguns problemas.
Mas vamos começar a história do começo. Primeiro eu tentei o Rhythmbox, já que esse ja vem com o Ubuntu, mas além de difícil de escrever, tem um visual espartano. Ele funciona muito bem, é muito rápido, mas tem sérios problemas de usabilidade e design da interface. Não gostei.
Deposi testei o Amarok, que é muito bom, muito completo (até tem coisa de mais), mas é pra KDE e não se integra bem ao meu Ubuntu, ficando estranho. Sinto muito, mas passo.
Vi muita gente falando do Listen, que era sensacional, que tinha integração com a Wikipedia e Last.fm, que trazia a letra das músicas. E realmente faz tudo isso. Porém ele parece um híbrido entre o Winamp e o iTunes, tendo uma lista de reprodução e uma biblioteca. Pra mim é estranho, gosto de selecionar uma música e ir tocando as que estão na sequêncio.
Então encontrei o Banshee, que apesar de não ter como navegar pelo artista e álbum, era muito bom, tinha integração com a Last.fm, e uma série de coisas que eu gostei. Tinha decidio. Finalmente.
Nesse meio tempo também teste o Exaile e o Songbird, mas fiquei com o Banshee.
Até que quando instalei o Ubuntu 7.04 o Banshee resolveu endoidar, demorando mais de 5 minutos pra carregar. Isso mesmo amiguinhos, 5 MINUTOS. Tudo bem que tenho 10GB de músicas, mas ele demoraaaaaaaaava… uma eternidade. E pra buscar uma música? Ooooooooutra eternidade. E como você deve saber: No music, no programming!
Por enquanto resolvi usar o Rhythmbox, pois ele é o mais rápido. E para suprir uma deficiência dele usar o EasyTag, que serve para editar as tags dos MP3 e Ogg.
Uma coisa que me impressionou nessa busca é a quantidade de reprodutores de música que existem para Linux:
Todo mundo sabe que o Google Adsense é a melhor opção para quem deseja monetizar o blog.
Por aqui rende muito pouco, principalmente por que não mantenho uma regularidade nos artigos, nem faço SEO na hora de escrever artigos. Mas nem é esse o objetivo por enquanto (estou até pensando em remover as propagandas).
Mas lendo e pesquisando na web, juntei algumas dicas:
Algumas outras coisas são um pouco controvérsas:
E duas coisas que não ajudam muito a ter cliques:
Mas lembre-se que conteúdo é o rei, não adianta posicionar bem os anúncios se seu blog não tem conteúdo de qualidade.